O tempo passa rápido. Às vezes até mais veloz do que meu preparo aguenta. Mesmo assim, eu corro feito um insano pra não deixar que ele passe e eu não o consiga acompanhar. É cansativo, mas penso que vale a pena.
Hoje é um dia daqueles, sabe, meio pesado, sem sentido. Faz frio, desliguei a estufa há pouco, vi televisão, fiz faxina, li... dormi e continuo sem encontrar muito sentido para as coisas. Eu sou um ser humano, isso é bom, ora me incomoda. Só de pensar que pertenço à mesma espécie que muito políticos, sinto vergonha. Se bem que quem deveria sentir vergonha são eles, mas, vejam só, pelo contrário, eles não estão nem aí para os Seres humanos que os elegeram. Se bem que não eram tão humanos os seres que os elegeram nas urnas. Seres humanos deveriam ter cérebro. Ei, eu tenho cérebro e hoje estou meio confuso, sem saber o que pensar, meio sem rumo. Ao menos não fiz nenhuma caca. Não que eu me lembre. Aquele vinho que eu tomei no jantar estava uma delícia. Na falta de uma companhia agradável, nada que um vinho de paladar agradável não dê jeito.
Outra coisa que me revolta são os programas da TV aberta. Cada novela idiota e eu, mais idiota ainda, parei pra assistir duas delas. Quando ia começar a terceira, não resisti e desliguei a televisão. Sinal de que eu ainda estou lúcido.
Neste final de semana, um amigo me deu o seguinte conselho: Não se comporte bem, pois os bons meninos vão para o céu, enquanto que os maus vão para aonde quiserem. Bem, isso me causou surpresa, pois veio dele, logo ele, que sempre me pareceu a pessoa mais ajuizada do mundo. Ontem conversei com ele e ele me garantiu que não se comportou bem em nenhum momento este final de semana. Aí meu queixo terminou de cair. Acho que são estas coisas que me têm me deixado meio confuso hoje. Porque vejam bem: a gente aprende que deve falar sempre a verdade, que devemos ser coerentes com nossos sentimentos e não escondê-los, que mentir é feio e machuca as pessoas e blá blá blá. Tudo teoria. Na prática, é justamente o oposto. Nem sempre, mas na maioria das vezes. Porcaria de Convenção Social. Se bem que não seríamos nada sem as Convenções Sociais.
Eu consegui não falar nenhum palavrão e escrevi um monte, revoltado. Ah, uma barra de chocolate aqui comigo...
quarta-feira, 1 de junho de 2011
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