
Sabe aqueles dias que dá vontade de colocar a cabeça pra fora e gritar um monte de palavrões? Pois é, essa semana eu tive um dia assim.
Pra começar, tive de acordar às 8 da madrugada pra pegar umas coisas o meu trabalho. Até aí, digerível, não fosse um colega te se atrasado mais de ma hora e me deixado esperando por ele. Fim desta etapa, vieram as piores. Estava no ponto de ônibus quando o desgraçado-infeliz passou, parou para que os passageiros descessem e não abriu a porta para que eu e as outras pessoas entrássemos. Lógico que eu virei em berro, crise total de falta de estresse. Mas não adiantou e o desgraçado foi-se embora. Mais 15 minutos esperando e eu peguei o próximo, crendo que me deixaria na frente da minha porta. Para o meu azar, entrei no próximo, que foi na direção contrária à minha casa. Eu podia ter pedido pra descer e chamar um táxi, mas fiquei tão puto, mas tão puto, que achei melhor ficar sentado. Meia hora depois e eu cheguei no outro latão. Dessa vez era o certo, até que enfim uma coisa deu engrenou, quase abracei aquela lata-velha. Quando vi o motorista, quase tive uma síncope: era o desgraçado-retardado-débil-mental que não tinha aberto a porta daquela porcaria uma hora e meia antes. Sentei-me num banco e delirei, imaginando minhas maos envolvendo o pescoço dele em um movimento frenético, enquanto que meus pés chutavam as costelas dele, no mesmo tempo em que ele prometia, os prantos, nunca mais deixar de abrir a porta pra passageiro nenhum. Nessa hora e acordei e desci, enfim, na frente da minha casa.

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