sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Vivendo e apanhando

O conjunto de palavras, gestos e pequenas ações fazem um amor durar. Há algum tempo, li uma crônica da Martha Medeiros em que ela dizia que o mais importante não é saber-se amado, mas sentir-se amado. Concordo plenamente com este pensamento.
As pessoas se decepcionam em certo momento de sua vida com alguém que amam e, a partir daí, tornam-se pessimistas. Confundem paixão com Amor e quando o verdadeiro Amor chega, não deixam que ele entre por medo de "sofrer novamente".
Sempre fui muito otimista quanto a esse sentimento, mas tenho seguido por esse mesmo
caminho ultimamente. Logo eu, que sempre afirmei que o Amor existia e era o que de mais bonito as pessoas podiam conhecer. Doce ilusão...
As pessoas têm medo de encarar os problemas de uma relação de frente. Por isso que as histórias que começam lindas acabam deixando sofrimento para ambas a spartes envolvidas. Não entendo como uma pessoas pode amar, dizer que ama, se não se entrega por inteiro. Que tipo de Amor é esse? Seja qual for, é um Amor que eu não quero sentir, nem que eu passe minha vida toda só. Amor irracional, eu sou contra, mas Amor que pensa ter prazo de validade eu tô fora. Eu só queria amar em paz, e ser amado na mesma proporção, mas parece que hoje isso é impossível. Se não tiver status, não tem relacionamento. É isso mesmo, reveja como você aje com a pessoa que diz amar! Se você, sinceramente, bem no fundo do seu ser, não for assim, considere-se uma pessoa de sorte, pois é uma das únicas e que não exige troca.
Meu aniversário novamente vem chegando e eu queria sumir. Estou sendo egoísta, devia estar agradecendo a tudo o que eu tenho em vez de correr atrás daquilo que se esforça o quanto pode para fugir de mim. Quero o colo da minha mãe, quero ir pra longe, quero desligar, quero Amor, quero fugir.

Nenhum comentário:

Postar um comentário